quarta-feira, 25 de maio de 2011

O ex-presidente da Copese, Kilpatrick Campelo, foi afastado dos quadros da Ufpi e acusa “perseguição” do reitor.


24/05/11, 21:06

Professor da Ufpi é exonerado e acusa "retaliação"; reitor Luis Junior reage

O ex-presidente da Copese, Kilpatrick Campelo, foi afastado dos quadros da Ufpi e acusa “perseguição” do reitor.

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O professor da Ufpi (Universidade Federal do Piauí), Kilpatrick Muller Bernardo Campelo, foi exonerado da instituição na tarde desta terça-feira (24). 


Kilpatrick Campelo, que foi presidente da Copese, instituição que organiza o vestibular da Ufpi, afirma que a exonerado ocorreu sem qualquer direto de defesa.


“Não sabia do processo e nunca fui comunicado. Soube da exoneração hoje através do Diário Oficial da União”, afirmou o professor.



Bastante indignado, o professor informou que protocolou hoje (24) pedido ao reitor Luis de Sousa Júnior solicitando informações do seu afastamento. Ele vai recorrer da decisão.


“Isso é uma clara demonstração de perseguição, pois como presidente da Copese representei a Ufpi no Ministério Público Federal por pagamentos ilícitos e fui consignatário de representações no Ministério Público e na Polícia Federal", desabafa Kilpatrick.


 
Portaria ilegal

O presidente da Adufpi (Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí), Mário Ângelo de Sousa, condenou a atitude do reitor e a classifica de "retaliação". Ele informou que a entidade vai entrar com mandado de segurança pedindo o retorno de Kilpatrick, que é professor há três anos do departamento de Letras.


“Vamos também realizar uma grande manifestação amanhã à tarde no CCHL em protesto a demissão do Kilpatrick e das arbitrariedades do reitor”, disse Mário Ângelo.


Outra luta da Adufpi é anulação da portaria 659/2010, que avalia os professores aprovados em concurso público e estão em estágio probatório.


“É uma portaria ilegal e uma cópia mal feita da portaria da Universidade Federal de Alagoas”, disse Mário Ângelo.


Reação

Por telefone em Brasília, o reitor Luis Júnior nega perseguição ao professor e garante que ele teve direto de defesa. O reitor informou que Kilpatrick foi exonerado, após avaliação de uma comissão de professores, de acordo com a portaria 659/2010.


“Eu lamento esse tipo de comportamento. Ele não passou na avaliação e teve direito de defesa. Se não concorda, ele aciona as instâncias legais. Quem avalia não é o reitor, mas seus pares”, disse Luis Júnior.



Flash Yala Sena
yalasena@cidadeverde.com
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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Magistério no Brasil


Magistério

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Magistério é o exercício da profissão de professor.

[editar]Magistério no Brasil

No Brasil, a habilitação para o magistério é obtida dentro do segundo grau magistério. Até 2012, os professores que obtiveram formação em Nível Médio (antigo curso) poderão exercer a profissão para estudantes de Educação Infantil e do primeiro segmento do Ensino Fundamental.
Atualmente, no nível superior, há Licenciatura Curta (habilita para todas as séries do Ensino Fundamental) e Licenciatura Plena (habilita também para o Ensino Médio). Contudo, atualmente é mais comum nas universidades apenas a oferta da Licenciatura Plena.
Ainda há Licenciaturas Especiais, de curta duração, voltadas para os educadores já habilitados pelos cursos pedagógicos ou em exercício da profissão, mas sem as devidas habilitações de nível superior que passaram a ser exigidas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de1996.
A intensa procura do magistério no Brasil foi considerada negativa e associada aos estudantes com o pior desempenho escolar e no Enade. Apenas 5% dos alunos com bom desempenho se interessam em trabalhar como professores da educação básica. Dentro do grupo dos melhores, 31% querem a área da saúde e 18%, engenharia.[1].

Referências

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Professores da rede estadual fazem paralisação por Plano de Educação


11/05/11, 08:38

Professores da rede estadual fazem paralisação por Plano de Educação

A classe quer a aprovação do Plano Nacional de Educação, que contempla aumento salarial.

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Os professores da rede estadual param hoje (11) as atividades. A manifestação acontece em todo Brasil e reivindica principalmente a aprovação do Plano Nacional de Educação, que prevê melhorias estruturais e salariais.

Segundo a presidente do Sindicato dos Professores, Odeni Silva, o plano foi discutido durante a Conferência Nacional da categoria e foram aprovadas emendas para serem incluídas nesse plano.

Dentre as propostas está a que obriga o governo federal a investir 10% do PIB em educação. A proposta do governo é apenas 7%. Além disso, está o reajuste salarial, com a implantação do piso nacional.


 

Segundo o secretário estadual de Educação, Átila Lira, o Piauí já paga o piso salarial. Quanto ao plano, a secretaria fará um encontro com os professores, deputados estaduais, federais e senadores piauienses.

"O plano vai contemplar a melhoria salarial. Estamos buscando melhorias para efetivar o que foi discutido com a categoria durante a greve", disse o secretário, em entrevista ao Notícia da Manhã.

Das reivindicações dos professores durante a greve, o secretário explicou que está trabalhando um reajuste para os técnicos, que já foi resolvido o problema da gratificação das condições normais de trabalho para diretores e coordenadores e além disso está buscando resolver o problema da regência.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Sindicato dos Servidores Municipais, Sindserm


atualizado em 09/05/2011 10:03

Prefeitura assegura: aumento será maior que índice da inflação

Prefeitura de Teresina pretende promover a reposição das perdas salariais e favorecer ganhos reais.
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Na última sexta-feira (06), a Prefeitura de Teresina e o Sindicato dos Servidores Municipais, Sindserm, se reuniram para tratar das negociações referentes ao aumento salarial de 2011 para os servidores da educação. Da reunião, saiu a garantia de que o aumento será superior à inflação do ano, um valor maior que 6%.
 
O secretário municipal de Educação, Ribamar Tôrres, afirmou que o processo de negociação está seguindo um calendário e que as reuniões continuarão acontecendo até o momento de um acordo ser definido. Ele disse ainda que o aumento concedido em 2010 foi o maior dos últimos 13 anos e que nos dois anos anteriores, os salários dos servidores não foram reajustados. "As práticas da atual gestão da Prefeitura de Teresina pretendem promover a reposição das perdas salariais e favorecer ganhos reais. Ano passado, o aumento concedido foi de 6,5%, que representou 30% a mais que o índice da inflação do ano de 2009. Agora, estamos negociando para assegurar um valor também maior que a inflação, porque só assim haverá ganho real dos nossos servidores", disse.
 
No entanto, o gestor afirma não entender a razão da paralisação dos professores, já que as negociações estão em andamento. "Nós convocamos os professores a retornarem à sala de aula e aguardar a conclusão do processo de negociação, com a certeza de que haverá um aumento superior ao índice da inflação. O valor será definido antes do dia 16 de maio, quando o prefeito enviará uma mensagem para a Câmara Municipal, com o valor do reajuste, para que seja repassado aos salários referentes ao mês de maio", encerrou.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O objetivo é reduzir a violência dentro das instituições de ensino.


05/05/11, 12:58

Alepi aprova projeto que obriga escolas a tratarem bullying no Estado

O projeto é da deputada Lílian Martins. O objetivo é reduzir a violência dentro das instituições de ensino.

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A Assembleia Legislativa do Piauí aprovou, nesta quinta-feira (05), por unanimidade, o projeto de autoria da deputada estadual Lilian Martins (PSB) que dispõe sobre o enfrentamento da prática de "bullying" em instituições de ensino fundamental e médio, públicas ou privadas do estado do Piauí.

Sancionada a lei, as escolas terão que desenvolver políticas "antibullying". O objetivo é promover a cidadania e reduzir a prática de violência dentro e fora das instituições e melhorar o desempenho escolar do aluno.

"De acordo com o IBGE, Teresina está entre as dez cidades onde a prática do bullying é comum. 30,8% dos entrevistados disseram ter sofrido agressão. É um dado alarmante", ressalta a deputada.

Com a lei, as escolas deverão capacitar os docentes e as equipes pedagógicas para o diagnóstico do bullying e para o desenvolvimento de abordagens especificas de caráter preventivo. Deverão também desenvolver planos locais para a prevenção e o enfrentamento às práticas do bullying.

É objetivo ainda da lei, orientar as vítimas de bullying e seus familiares, oferecendo-lhes o necessário apoio técnico e psicológico. "De modo a garantir a recuperação da autoestima das vítimas e reduzir o prejuízo no desenvolvimento escolar", lembra Lilian Martins.


Thiago Amaral/Cidadeverde.com
  


Agressores e seus familiares também deverão passar por acompanhamento, de forma que o convívio respeitoso seja alcançado.

Ainda de acordo com o projeto aprovado, a Secretaria de Educação e Cultura do Piauí (Seduc) prestará o necessário apoio às instituições de ensino estaduais e zelará pela implantação e fiel cumprimento da lei e de seu regulamento.

"A Seduc poderá firmar convênios e parcerias com órgãos públicos ou privados, ONGs e instituições que possam contribuir com o cumprimento desta lei. Precisamos buscar o apoio da sociedade e de especialistas no tema", ressalta a parlamentar.

As ocorrências de bullying passarão a ser registradas em cadastro que deverá ser atualizado constantemente.A instituição escolar deverá encaminhar as vítimas e agressores para serviços de assistência médica, social, psicológica e juridica, que poderão ser oferecidos por meio de parcerias e convênios.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Atirador entra em escola em Realengo, mata alunos e se suicida


07/04/2011 13h06 - Atualizado em 07/04/2011 14h13

Atirador entra em escola em Realengo, mata alunos e se suicida

Segundo hospital, 11 estudantes morreram na Zona Oeste do Rio.
Atirador tinha 24 anos e foi aluno da escola. Em carta, disse que tinha HIV.

Do G1 RJ
Wellington Menezes de Oliveira, homem que atirou contra escola municipal Tasso de Oliveira, em Realengo (Foto: Reprodução/TV Globo)Wellington Menezes de Oliveira, homem que atirou
contra escola municipal Tasso da Silveira,
em Realengo (Foto: Reprodução/TV Globo)
Um homem de 23 anos entrou em uma escola municipal na Zona Oeste do Rio na manhã desta quinta-feira (7), atirou contra alunos em salas de aula lotadas, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime foi por volta das 8h30.
Segundo o diretor do hospital para onde as vítimas foram levadas, 11 crianças morreram (10 meninas e 1 menino) e 13 ficaram feridas (10 meninas e 3 meninos). As crianças têm idades entre 12 e 14 anos.
Segundo autoridades, o nome do atirador é Wellington Menezes de Oliveira e ele é ex-aluno da Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, onde foi o ataque. Seu corpo foi retirado por volta das 12h20, segundo os bombeiros. De acordo com polícia, Wellington não tinha antecedentes criminais.
A polícia diz que ele portava dois revólveres calibre 38 e equipamento para recarregar rapidamente a arma. Esse tipo de revólver tem capacidade para 6 balas.
Segundo testemunhas, Wellington baleou duas pessoas ainda do lado de fora da escola e entrou no colégio dizendo que faria uma palestra.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, ele falou com uma professora e seguiu para uma sala de aula. O barulho dos tiros atraiu muitas pessoas para perto da escola (se você esenciou o caso? Envie fotos e vídeos ao VC no G1).
O sargento Márcio Alves, da Polícia Militar, fazia uma blitz perto da escola e diz foi chamado por um aluno baleado. "Seguimos para a escola. Eu cheguei, já estavam ocorrendo os tiros, e, no segundo andar, eu encontrei o meliante saindo de uma sala. Ele apontou a arma em minha direção, foi baleado, caiu na escada e, em seguida, cometeu suicídio", disse o policial (veja abaixo a declaração, em reportagem do Jornal Hoje).
A escola foi isolada, e os feridos foram levados para hospitais. Os casos mais graves foram levados para o hospital estadual Albert Schweitzer, que fica no mesmo bairro o colégio.
Sobrevivente conta como foiUma das alunas lembra os momentos de terror na unidade. A menina de 12 anos disse que viu o atirador entrar na escola. Ela estava dentro da sala de aula quando ele abriu fogo contra os alunos.
“Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”, conta ela, que afirma que estava no pátio na hora em que o atirador entrou na escola.
“Ele estava bem vestido. Subiu para o segundo andar e eu ouvi dois tiros. Depois, todos os alunos subiram para suas salas. Depois ele subiu para o terceiro andar, onde é a minha sala, entrou e começou a atirar”, completou.
Atirador diz, em carta, que tinha HIV
O subprefeito da Zona Oeste, Edmar Peixoto, afirmou que Wellington Menezes deixou uma carta em que contava ser portador do vírus HIV. Segundo a Polícia Militar, ele era ex-aluno.
Mapa da escola Tasso da Silveira, em Realengo (Foto: Arte/G1)
De acordo com o coronel Djalma Beltrami, a carta de Wellington tinha inscrições complicadas. “Ele tinha a determinação de se suicidar depois da tragédia”, contou Beltrami. A carta foi entregue a agentes da Divisão de Homicídios.
Conhecido na escola por ser ex-aluno, ele teria entrado sob alegação de que iria fazer uma palestra. Segundo a polícia ele usou dois revólveres, que chegou a recarregar várias vezes.